Saudações!
Depois de quase 03 meses de criado
esse blog, enfim vem à segunda publicação e ela será o ponto de partida para
muitas outras. Nesse tempo fiquei pensando sobre o que iria escrever e cheguei à
conclusão que abordaria meu primeiro contato com o vídeo game e o que esse
momento representou na minha infância.
O primeiro contato que lembro,
acho que foi quando Eu tinha mais ou menos uns 07 anos isso era entre os anos
de 89/90, nesse tempo morava no interior daqui do Rio Grande do Norte na cidade
de Pau dos Ferros e sempre no final do ano vinha passar as férias escolares na
casa dos meus tios aqui em Natal e nesse tempo minha prima tinha um Atari e
lembro a primeira vez que vi foi ela jogando, sinceramente não consigo lembrar
qual jogo era e pra falar a verdade não dei muita importância a esse momento,
pois nesse tempo Eu só queria saber de brincar de carrinho e brincar com os
bonecos do ”Comandos em Ação – G.I.Joe” com meu primo Pedrinho.
Comandos em Ação - G.I. Joe
Eu tinha o segundo o e terceiro
Naja Trimoto de ataque, Eu tinha ela.
Agora o primeiro contato que
realmente marcou foi 1992 quando meus pais foram em um sábado a tarde visitar
uma tia que morava em uma cidade vizinha ao sítio que morávamos e ao chegar lá
não tinha nada para uma criança fazer e como Eu estava reclamando disso o tempo
todo meu primo chamado Sandro que era um pouco mais velho me disse, vamos na
Sorveteria Estrela jogar? na hora não entendi muito bem o que ele quis dizer “jogar”
mais lá teria sorvetes e com isso tinha certeza que seria muito bom (risos) e
fomos para essa sorveteria. Quando dobramos a esquina para chegar, já vi algo
que chamou minha atenção, vi que tinha muita criança e barulho. Quando chegamos
observei um aparelho ligado a uma “tv’ com dois controles e todo mundo em volta
olhando uma luta e opinando, essa luta não era nada mais que “Mortal Kombat I”
e o aparelho nada menos que o imponente “Super Nintendo” e de cara não
conseguiu para de olhar e fiquei atento a tudo e achei até engraçado e não
sabia porque os meninos que estavam jogando colocavam o controle dentro da
camisa, cheguei a perguntar a Sandro o que era aquilo e ele disse que era pra esconder
o golpe para o adversário não ver. Depois de um tempo olhando o jogo meu primo
disse é nossa vez agora, vamos jogar? Lembro que disse que não sabia e ele
disse que era fácil e com isso só balancei a cabeça que sim e meio nervoso
segurei o controle sem saber o que fazer e ele me foi passando os comandos para
o jogar “Mortal Kombat I”. Levei uma
baita surra mais achei tudo muito legal e ganhei uma partida que ele deixou
(risos) e depois jogamos “Street Figther”. Foi um dia muito bom e passei uma
semana inteira só falando nisso com meus pais e amigos da escola. fiquei muito
feliz com essa nova maneira de diversão que conheci e a partir daí comecei a aperrear
meus pais para comprarem um aparelho “Super Nintendo” pra mim, sendo que no
tempo eles não tinham condições de comprar, fiquei triste mais aceitei de boa e
nos finais de semana quando íamos a cidade eles me davam dinheiro para jogar em
locadoras.
Mortal Kombat I
Super Nintendo - Na minha infância um sonho de consumo
No próximo post falarei sobre o
meu primeiro console e qual foi o seu destino.
Até a próxima e espero
que tenham gostado...


Já joguei muito em locadoras também,alias, quem nunca Jogou em locadoras quando jovem, não sabe o que é diversão...
ResponderExcluiracho que por você só ter aquela 1hr de game, fazia com que desse mais valor...
me lembro que eu juntava uma boa grana, ficava dias sem lanchar na escola, para alugar a tela por 3-4h e zerar Mario... bons tempos...
Exatamente isso companheiro Servulo, cada minuto era muito valioso. As crianças de hoje talvez nunca vão ter essa experiencia.
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